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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Casa da Ostra na Brasa: a segunda chance

Caros,

Como estão?
Hoje é dia 13 de abril de 2011.
Depois de tantos comentários (a maioria falando bem, apesar de alguns serem em tom grosseiro), resolvemos dar uma segunda chance. Na verdade, fomos mais duas vezes.
Fomos, primeiramente, durante a semana, nas minhas férias. O restaurante estava vazio. O serviço melhorou. E as opções de frutos do mar também.
Peixes diversos, camarões, pratos com frutos do mar...uma delícia.
Saímos de lá satisfeitos.

Voltamos num domingo. Realmente, é muito cheio. Não recomendo conhecer o restaurante neste dia, a não ser que seja mais tarde.
Ou então, preparem-se para esperar: para entrar e para ser atendido.

Bom...apesar de alguma demora em alguns pedidos, nota-se realmente a melhora no atendimento e no serviço, desde o dia em que fomos pela primeira vez, em novembro de 2009* (leia a crítica logo abaixo).
O Casa da Ostra na Brasa é um bom custo-benefício. Você paga relativamente pouco para comer frutos do mar.
Alguns probleminhas existem e podem ser sanados (treinamento, principalmente), mas vale a pena ir e se deliciar com os pratos.

A Casa da Ostra na Brasa fica na Rua Uruguai, 255, Tijuca.
Site: http://www.casadaostra.com.br

23/11/2009
*Estava lotado.
Sentamos e aguardamos o serviço.
Para começar, o garfo chegou sujo para mim.
Os copos, com gelo, tinham mais água do que gelo. Os refrigerantes estavam muito quentes.
Aguardamos muito tempo para sermos servidos.
O primeiro quitute foi bolinho de bacalhau, que deixava muito a desejar.
O camarão frito estava gostoso. Foi o que eu mais comi.
O pastel de camarão sofria seriamente de troca de identidade: os garçons tinham certeza de que eram de camarão, mas o que comíamos era de bacalhau. Só no final, tivemos sorte de comer pastel de camarão.
A casquinha de siri tinha gosto de parmesão e alguma coisa que não era nem de perto siri.
Solicitamos, desde a hora que sentamos à mesa, os peixes grelhados, que só foram servidos pra gente, no finalzinho, depois de muito insistir. Eram bons, mas o atraso...
O que tinha lá saindo mais eram os salgadinhos de camarão, batata frita e pastel.
É...batata frita.
Sabe o bolinho de bacalhau? Só vimos uma vez.
Demoraram muito a nos servir.
Os garçons não tinham o bom senso de passar primeiro pelas mesas recém-ocupadas, chegando sempre pra gente as bandejas quase vazias.
Por várias vezes, os garçons ficavam sem fazer absolutamente nada e, quando saía alguma coisa, apenas dois serviam os quitutes.
Tivemos que pedir a mesma coisa trocentas vezes e, mesmo assim, não fomos atendidos.

Bar da Gema

OBS: 02/03/2010
Voltamos lá em janeiro, para dar uma chance ao bar, visto que recebi alguns comentários positivos.
A impressão mudou consideravelmente.
A critica está no site Pode se gabar.



domingo, 20 de julho de 2008

102 Oi

Recentemente, no dia 13 de julho, fui ao tal Vaca Brava, que apesar do nome sugestivo, trata-se de um bar.
Não vem ao caso agora (depois falarei a respeito), mas fiquei aborrecida com uns cigarros e resolvi ligar para a Vigilância Sanitária para fazer a minha reclamação.
Como eu não sabia o número, liguei para o 102.
Não gosto muito deste serviço porque, sempre que quero saber um número, eles nunca sabem de nada.
Mas pensei: Vigilância Sanitária não deve ser difícil de achar.
Uma atendente robotizada me cumprimentou e perguntou o que eu desejava. Respondi que precisava do número da Vigilância Sanitária, da cidade do Rio de Janeiro.
Ela perguntou o bairro e eu respondi Tijuca.
A atendente: - Tijuca, senhora?
Eu:- Isto
Ela me agradeceu e imediatamente uma gravação (mais robotizada ainda) me informou que eu ouviria o número, mas receberia também, ao mesmo tempo, um torpedo SMS.
Peguei, então, o número, mas fui confirmar via torpedo e tcharã....era da Vigilância Sanitária da Barra da Tijuca.
Ah.. esqueci de informar um detalhe muito importante: a atendente era paulista. Agora me ajudem a decifrar este mistério: Por que direcionar as ligações do Rio de Janeiro para os atendentes mal informados de São Paulo.
Nada contra São Paulo, mas é provável que um carioca me informasse o número oriundo do bairro correto, não?

segunda-feira, 17 de março de 2008

Viena no Shopping Tijuca

Domingo fui almoçar no Viena, no Shopping Tijuca.
Eu costumava ir mais a este Viena com meu namorado, mas o péssimo serviço nos impediu.
Mas a família toda resolveu almoçar lá e eu fui junto!
O Viena aumentou de tamanho, está mais bonito, mas não aumentou a quantidade de garçons, nem melhorou a qualidade do serviço.
Primeiramente, cada garçon faz um tipo de serviço: um anota o pedido de bebida. O outro traz a bebida (demora tanto que você termina de comer e não tem o que beber) e outro traz a sobremesa (mas demora tanto que você desiste).
A comida é muito boa. A sobremesa também. Mas o que mais estraga no Viena é o seu serviço.
Eu acho que deveria ter mais garçons e melhor treinamento dos funcionários, pois até para pagar, você infrenta uma fila básica.