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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Prove e Aprove (ou não)

Caros,
Preciso desabafar.
Trabalho num lugar onde eu não tenho muitas opções de restaurante.
Por isso, prefiro pedir uma quentinha e comer na copa da empresa.
Um dia, conheci o Prove e Aprove, uma empresa que entrega quentinhas. 
Gostei muito da apresentação da quentinha e das diversas opções diárias. Não dá para enjoar. Além disso, o preço é bem acessível.
Como qualquer pessoa faz, o que é bom, a gente divulga.
E divulguei para os meus colegas de trabalho.
Porém, apesar dos diferenciais, eles pecam muito em organização.
Não adianta você pedir num horário. Eles vêm a hora que eles querem.
Como almoço 12hs, peço para chegar um pouco antes de 12hs. Entre 11:30 e 12hs.
Eles entregam às 10:30, 11hs, 12:30, 13hs e, às vezes, eles entregam entre 11:30 e 12hs.
Você pede uma forma de pagamento, eles esquecem a máquina.
Você pede uma salada verde, vem de legumes.
Você pede duas saladas verdes, eles esquecem uma. Ou até as duas.
Você pede arroz branco, vem arroz parborizado.

Reclamei com eles várias vezes. Liguei, mandei e-mail.
Algumas pessoas às quais indiquei o Prove e Aprove desistiram. Dizem para mim: eles são muito enrolados.
Eu sempre dou um voto de confiança e volto a comer com eles.
Eles evoluíram de uns tempos para cá e pude acompanhar de perto essa evolução.

Mas esta desorganização não mudou.
Só que a paciência, um dia, chega no limite. E você, como todo consumidor, quer ser atendido com eficiência.

Hoje, frizei que queria que a entrega fosse dentro do horário que sempre informo: entre 11:30 e 12hs.
Eram 12:15, quando liguei querendo saber da comida. A mesma resposta: O entregador já saiu.

12:30, a comida chegou. De todos que pediram. Exceto a minha.
Eu, que sempre peço (todos os dias), fui excluída da entrega do dia.

Liguei para os responsáveis, fiz a minha última reclamação e informei que a minha relação com eles estava terminando naquele momento.
Não dá mais.
A comida é boa. Reconheço. 
Só que esquecer a minha comida foi demais.
De uma empresa que só faz delivery, o mínimo que esperamos é que seja bem feito. Que seja entregue no prazo prometido. Que venha exatamente o que você pediu. Que venha a máquina para o pagamento.
Enfim, que o serviço seja entregue da maneira que ele foi comprado.

São algumas dimensões da qualidade de serviços. E isso, qualquer empresa de serviço precisa ter como foco.

Confiabilidade: É a habilidade de entregar o serviço que foi prometido com segurança e precisão.

Responsividade: Refere-se à atenção e ao pronto atendimento nas solicitações dos clientes. O tempo de espera das respostas às perguntas ou da resolução dos problemas é critério-chave neste caso. Flexibilidade e atendimento a casos especiais de forma rápida.
Importante: Para atingir a excelência na dimensão responsividade, a empresa deve ter certeza de que está vendo o processo e o tratamento das solicitações a partir do ponto de vista dos clientes.

Segurança: Os clientes possuem algum nível de receio em concluir a compra, dado o alto risco envolvido na transação ou ainda quando há, em qualquer nível, fatores de incerteza.

Empatia: Atenção individualizada  e o cuidado que a empresa oferece a seus clientes.
Precisamos assumir que os clientes são especiais por meio de um serviço personalizado ou adequado individualmente às necessidades de cada um. Por isso, a importância  do Database e CRM.

Tangilibidade: é percebido nas instalações físicas, que dão suporte ao serviço prestado, no equipamento utilizado pelas prestadoras de serviços, na apresentação e educação dos funcionários que entram em contato direto com o cliente e dos materiais de comunicação utilizados.

Agora, vou pesquisar outra empresa. 
Porque Prove e Aprove, nunca mais. Infelizmente.
A relação se desgastou.

quarta-feira, 10 de março de 2010

Nossa Casa ainda tem que melhorar

Caros,

No dia 08 de março, fui ao Nossa Casa, um restaurante de massas, que fica na Rua Nóbrega, em Jardim Icaraí, bairro de Niterói.
Foi aniversário da minha mãe linda e nos reunimos em família para comemorá-lo.
Meu irmão já havia ido com a namorada e indicou.

Chegamos e a casa estava um pouco vazia, o que eu já adorei, pois o serviço acaba sendo melhor.
Achei o lugar um charme. Uma gracinha. Simpático, charmoso e acolhedor.

Como era o Dia Internacional da Mulher, todas as mulheres ganharam taças de vinho rosê e uma caxinha com uma trufa.
Achei isto um mimo.

Minha mãe & CO. haviam pedido já algumas bebidas e um antepasto.
Eu e meu namorado, que chegamos 30 minutos mais tarde (o trânsito de Niterói é muito complicado, já disse!), pedimos logo as bebidas.

Demorou consideravelmente, já que o ambiente estava com poucas mesas ocupadas.
Um dos garçons disse que demorou para trazer porque estava procurando a cerveja que o meu irmão pediu.
Mas, cá entre nós, há outros garçons.
Quando o outro garçon, enfim, veio, ele trouxe apenas uma das bebidas, tendo esquecido do restante.

Até aí, não seria um motivo para escrever aqui no meu blog. Não quero reclamar por reclamar, né?
Quero reais motivos.

Mas vamos lá!

Perguntei a um garçon se o mix de bruschetta (12,00) demoraria muito, para não vir junto com o prato principal.
Ele disse que não, que era "bem rapidinho".
Enquanto isto, o garçon que mais nos atendia, nos avisou que seria bom pedirmos logo os pratos principais (todos individuais), porque os mesmos demoram a serem feitos.
Pedimos. Cada um pediu um prato diferente.

Não sei quanto tempo foi, mas até agora estou aguardando o mix de bruschettas, que fica pronto "bem rapidinho".
Os pratos chegaram (muito mais rápido do que imaginávamos), em meio à confusão do "o que é o quê e de quem é". Nada de bruschettas.
Depois, pensamos: Eles poderiam ter esperado as bruschettas terem saído, antes de prepararem os pratos.

Óbvio que pedi para cancelar (mas lá estavam elas na conta).

Gostei do Tagliatelle al mare (com frutos do mar); estava gostoso (27,50), mas nada de maravilhoso. Na verdade, eu prefiro o mesmo prato sem o molho cremoso e, na minha opinião, o polvo poderia ser maior.

Hora da sobremesa!
Pedi um cheesecake de amora, que estava gostoso.
Minha mãe, aniversariante do dia, ganhou uma palha italiana enorme e deliciosa, que veio com uma velinha e acompanhada de um coro de parabéns bem simpático dos garçons (ponto para a casa).

Avaliação final:
- Desorganização entre eles
- Demora no atendimento
- Pouquíssima variedade de pratos (a massa, por exemplo só tinha umas 4 ou 5 opções)
- Comparando a outros resturantes de massa que frequento, o preço está além do que realmente vale.

Fica aqui minha opinião.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Restaurante Dó Ré Mi - Conservatória

Neste final-de-semana, estivemos em Conservatória.
Nunca tinha ido.
Ficamos em um Hotel-Fazenda próximo ao centro de Conservatória.
Fomos ao Centro ver a seresta na sexta e no sábado à noite.
Como a seresta rolava em frente ao restaurante Dó Ré Mi, resolvemos ficar por lá.
Como ele estava cheio, ficamos em uma bancada, em pé e solicitamos ao garçon, cerveja de garrafa.
O serviço só ficou realmente bom quando o que parecia ser o dono ficou de butuca ligada e solicitava outra cerveja sempre que ela acabava de ficar vazia.
Saímos de lá satisfeitos.
No dia seguinte, no sábado à noite, voltamos ao mesmo restaurante para bebericar uma cerveja.
A cidade estava mais cheia do que sexta, porém o restaurante estava a mesma coisa .
Ficamos em pé na bancada aguardando o garçon, que sequer nos olhava. Parei o primeiro garçon e disse para ele depois passar onde estávamos porque queríamos fazer um pedido. Ele me olhou com aquela cara de "ai, que saco!". Estamos esperando ele passar até agora.
Avistei um segundo garçon e fiz a mesma coisa, com a diferença que já fui pedindo a cerveja.
Ele não fez cara, mas nos respondeu: - Agora estou enrolado. Depois eu passo aqui.
É...
Aquele que parecia ser o dono estava, dessa vez, bajulando clientes na parte interna do restaurante.
Nesta noite, não bebericamos cerveja no Dó Ré Mi. Saímos de lá carentes de atenção e bom atendimento.
Percebi, então, que no Dó Ré Mi você só é bem atendido (ou simplesmente atendido) quando ele não está tão cheio.

Dica: quando você for a Conservatória e esta estiver cheia, procure outro restaurante.
No Dó Ré Mi, você não será atendido.

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Via China: entregador infrator

Uma das coisas que mais me desagradam nas ruas é ver infratores, desrespeitando as leis do trânsito e, consequentemente, os pedestres.
Eu, cliente do Via China, restaurante da Tijuca, que serve comida japonesa e chinesa, estava na janela da casa do meu namorada, na Avenida Maracanã, entre a Rua Delfina e a Rua Uruguai, por volta das 13:30, quando me deparei com um entregador do Via China, em uma moto, trafegando pela calçada - como estivesse na rua - para chegar até a faixa de pedestres e avançar o sinal.
Isto mesmo: o cara estava todo errado.
Isto é um péssimo exemplo.
Com pressa de chegar logo no local de entrega, os entregadores desrespeitam as leis do trânsito.
Os donos deve pensar no seguinte: eles carregam a marca da empresa na moto, pelas ruas.
O restaurante deveria treinar seus funcionários para que eles respeitem as leis, independente dos engarrafamentos.
Em SP, uma pizzaria resolveu demitir os motoqueiros que desrespeitam as leis do Trânsito e que recebem reclamações dos clientes por motivos como chutar o cachorro, estacionar a moto na calçada.
Isto deu muito certo, pois esta empresa mostra que ela se preocupa com o cliente e com os pedestres. Anda de acordo com as leis.
Isto é feio para a empresa.
Motoqueiro anda em moto. Não anda em bicicleta.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Conversa Fiada- Tijuca

Tem tempo que não coloco minhas reclamações aqui...
Mas resolvi tirar um tempo para voltar a fazer isto.
Então vamos...

No sábado passado, dia 12 de julho, fui ao Conversa Fiada de convidada para comemorar o aniversário da minha cunhada.
A escolha dela foi o Conversa Fiada por causa da Feijoada servida.
É importante falar que só tinham a gente e mais um casal.
O serviço foi péssimo. O garçon demorava para atender a gente. Demorou para servir a bebida e a comida, que era pouca, muito pouca.
E a feijoada custa 40,00! Um assalto, em troca de um pouco de comida.
O mais impressionante é que o garçon não era tão devagar assim para retirar os copos e a comida. Era só você encostar os talheres no prato, que ele já ia levando.
Sinceramente, esta coisa de botequim chique só é bonito para ver e ir de vez em quando.
Botequim tem que ser aquele em que você chama pelo apelido o dono e sempre é bem servido, quando pede e quando vai embora.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Viena no Shopping Tijuca

Domingo fui almoçar no Viena, no Shopping Tijuca.
Eu costumava ir mais a este Viena com meu namorado, mas o péssimo serviço nos impediu.
Mas a família toda resolveu almoçar lá e eu fui junto!
O Viena aumentou de tamanho, está mais bonito, mas não aumentou a quantidade de garçons, nem melhorou a qualidade do serviço.
Primeiramente, cada garçon faz um tipo de serviço: um anota o pedido de bebida. O outro traz a bebida (demora tanto que você termina de comer e não tem o que beber) e outro traz a sobremesa (mas demora tanto que você desiste).
A comida é muito boa. A sobremesa também. Mas o que mais estraga no Viena é o seu serviço.
Eu acho que deveria ter mais garçons e melhor treinamento dos funcionários, pois até para pagar, você infrenta uma fila básica.